quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Você, seu/nosso/meu espaço. (:

  Um dia você bateu na minha porta e eu deixei você entrar. Mas o espaço era apertado, não era? Com o tempo, você foi conseguindo expulsar os outros e fazer com que você tivesse um espação.
  De repente, PUF, você não estava mais presente, mas estava lá dentro. Com um tempinho, os outros que você tinha expulsado voltaram e/ou derem espaço para pessoas novas entrarem. Mas o espaço não era o mesmo sem você. E eu sentia a sua falta lá dentro.
  Então eu mesma expulsei os que não faziam falta e os que eu não queria que entrassem, fechei o espaço e coloquei uma plaquinha "esperando que volte".
  E eu esperei e espero. Mas agora você só vem me fazer visitas, não mora mais aqui. E nem me avisa se você as vezes recebe as minhas visitas ou se eu moro lá em você.
  Mas eu continuo esperando você. E vou esperar. Até o dia em que você retirar a sua plaquinha e passar o seu espaço para outro. Ou até o dia que, cansada de esperar, eu retire a plaquinha e não atenda quando você bater. Mas eu quero que você volte.
Eu amo você. <3

Beatriz Hirata

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

As vezes pensamos que devemos que lutar pela liberdade...
Quando na verdade apenas temos que abrir mão de algumas coisas para obtê-la.
Coisas que temos e sabemos que podemos viver sem.
Coisas que não temos mas não precisamos.
Mas no fim, só precisamos de uma coisa.
A deliciosa sensação de liberdade.

AHHH

Acabaram as provas... ÊÊÊ (:
Então eu vou postar algo aqui... ou não. HAHHA <3

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Provas.

Aii gente, eu to em semana de provas, nem dá pra postar. E eu tenho três malditos trabalhos pra entregar semana que vem ;-;
Anyway, quando der eu venho e posto algo. <3

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

I miss you, dear Dance.

Depois de um ano e meio afastada da minha querida dança, eu não aguento mais ficar longe dela. Não vejo a hora de encontrar um local e ter um tempinho pra fazer uma das coisas que eu mais gosto. Não entendo as pessoas que não gostam de dançar, porque é tão relaxante, é tão bom... Confesso que os dias que eu estava com raiva e eu ia pro ballet, eu ADORAVA quando a professora passava séries de barra com os exercícios que eu tinha mais dificuldade de fazer. Confesso que eu quero MUITO voltar a fazer e estou aceitando até fazer street dance. Ok, isso foi exagero. Mas eu queria sim voltar pro ballet. Usar ponta e passar os dias tentando melhorar foundues e plies. Mas acima de tudo, é a sensação de liberdade que eu sinto na falta. O jeito que eu me sentia mais livre na ponta, como eu adorava os exercícios e como eu me dedicava. Sinto falta disso.
I miss you, dear Dance.

Beatriz Hirata

domingo, 10 de outubro de 2010

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Fading Away ...


... You're not here ... You left me alone ... and caried with you , My Heart.



Rike B.
~
~Nova Tag do Blog : Curtas, espero que gostem



Em breve , textos de verdade

/sem inspiração pra escrever.

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Pra toda eternidade






Era dia 25 de agosto. Marcos e Gabriela estavam completando o segundo mês de namoro. Marcos estava indo encontrar sua namorada, levando consigo um grande e lindo buquê de rosas. Mas quando Marcos estava atravessando a última rua para chegar a ela, já estavam até se vendo. E foi aí que Marcos foi atropelado por um carro. Quando se deu conta já estava estirado no chão, sem nem mesmo saber ao certo como foi parar ali. Gabriela correu até Marcos, gritando socorro e chorando, totalmente desesperada. E Marcos apenas olhava para ela, passando a mão em seu rosto sem demonstrar nenhuma expressão, até que desmaiou. Uma equipe de médicos corria com Marcos em uma maca por um dos corredores do hospital, e Gabriela teve que ficar esperando, aflita, sem conseguir parar de chorar. Os pais de Marcos chegaram ao hospital, e foram falar com Gabriela. Ela explicou à eles tudo o que aconteceu, e a mãe de Marcos se pôs à chorar enquanto seu marido a abraçava, consolando-a. Todos estavam aflitos na sala de espera, e então finalmente chegou um médico para conversar com eles sobre o estado de Marcos. Ele fez uma expressão de preocupação, tirou os óculos, e disse que Marcos se encontrava em estado grave. Ele ainda estava inconciente, e o médico também disse que ele poderia morrer a qualquer momento, e mesmo que ele sobrevivesse provavelmente iriam ficar sequelas. Nisso os pais de Marcos começaram a chorar desesperadamente e Gabriela saiu correndo do hospital. Gabriela chegou em casa, correu para seu quarto e bateu a porta. Sem nem mesmo falar nada com seus pais. Apenas caiu na cama, junto com um travesseiro ao seu rosto, chorando como nunca antes em sua vida. Ela não conseguia acreditar que o seu grande amor estava naquele estado, ela não conseguia acreditar que a qualquer instante ele poderia morrer. E também ela que tinha escolhido aquele lugar para eles se encontrarem, se não fosse por isso Marcos não estaria a ponto de morrer agora. Pensando nisso um sentimento de culpa toma Gabriela e ela chora ainda mais, até adormecer.Amanhece, e Gabriela acorda, mas sem a menos vontade de sair da cama, quer dizer, sem vontade de nem ter acordado. Ela não queria acordar novamente sabendo que Marcos estava daquele jeito. Então Gabriela levantou da cama e saiu correndo de casa, nem tomou o café da manhã, apenas saiu pela porta rumo ao hospital. Gabriela foi andando lentamente pela calçada, pensando em Marcos, em tudo que tinha acontecido, e que ela não podia deixar que ele se fosse daquele jeito. Ela precisava dele, precisava dele para sempre. Assim, Gabriela com lágrimas escorrendo por seu rosto, saiu em disparada ao hospital. Chegando lá, perguntou qual era o quarto de Marcos à recepcionista e foi direto até lá. Abriu a porta e viu Marcos na cama, inconsciente, cheio de curativos e gessos espalhados pelo corpo e com fios dos aparelhos em seu peito, junto há uma máscara para ele poder respirar. Gabriela se aproximou lentamente, segurou firme com as duas mãos a beirada de metal que investia a cama, e olhou fixamente para Marcos. Seus lábios estavam trêmulos, e de repente se viam lágrimas escorrendo por todo seu rosto. Gabriela não conseguia se controlar, não conseguia seus sentimentos, não conseguia controlar nada em momento algum.Gabriela então se dirigiu a uma poltrona ao lado da cama, e sentou-se. Ela buscou lentamente uma das mãos de Marcos pela cama, e então a segurou suavemente, mas com firmeza, por que ela não queria solta-lo nunca. Ela o queria junto dela para sempre, para toda eternidade. E no instante que ela tocou sua mão, ela não somente teve certeza que queria, mas sim, a certeza de que ela precisava dele para sempre. E ela faria qualquer coisa para ter Marcos novamente, faria qualquer coisa para vê-lo bem mais uma vez, nem que fosse por apenas mais um dia. Ela daria sua própria vida pelo bem estar de Marcos. Sentada na poltrona, segurando a mão de Marcos, Gabriela adormeceu, ainda com lágrimas por todo seu rosto, mas para surpreender, com um leve sorriso também.Há essa hora os pais de Gabriela já estavam totalmente desesperados e preocupados. Gabriela não dava notícias há horas, tinha desaparecido. Seus pais ligavam para todos os conhecidos perguntando por Gabriela, e nada. Então sem mais idéias de onde Gabriela poderia estar, seus pais se lembram de Marcos no hospital. Pegam logo o carro e saem apressados até o hospital, rezando para que sua filha estivesse lá. Chegando ao hospital, já tarde da noite, aflitos, correram até o balcão e perguntaram à recepcionista se ela tinha visto Gabriela, se ela tinha ido visitar Marcos. E então, a recepcionista com uma expressão de surpresa se lembra que Gabriela tinha ido visitar Marcos, mas não se lembrava de tê-la visto ir embora. Os pais de Gabriela acompanharam a recepcionista até o quarto de Marcos. Quando entraram no quarto viram Gabriela sentada na poltrona, ainda segurando a mão de Marcos. Gabriela tinha passado o dia inteiro no hospital, sem ninguém perceber. Tinha dormido o dia todo, mas segurando a mão de Marcos todo o tempo.Os pais de Gabriela correram até sua filha gritando seu nome. Sacudiram Gabriela, chamando-a, mas Gabriela não acordava, não fazia nenhum movimento. Os pais de Gabriela começaram há ficar assustados. A recepcionista chegou perto de Gabriela e levou sua mão até seu pescoço para checar seu pulso. Foi aí que veio a surpresa. A recepcionista arregalou os olhos e chamou ás pressas os enfermeiros. Os pais de Gabriela se entreolhavam confusos, e sua mãe perguntava sem parar à enfermeira o que estava acontecendo, enquanto os enfermeiros levavam sua filha, acompanhados de um médico. Então foi aí que a recepcionista se virou para eles, e disse que Gabriela estava sem pulso. Nesse momento Gabriela estava em uma sala, deitada, cercada de médicos que tentavam de tudo para obter algum sinal de vida dela, mas nada de Gabriela. Passaram-se dez minutos, e os médicos já estavam perdendo a esperança. Mais cinco minutos, e eles deram Gabriela como morta.Gabriela tinha passado o dia todo no hospital, apenas dormindo e segurando a mão de Marcos, e em algum momento desses, ela simplesmente morreu. Os médicos estavam intrigados, não sabiam nenhuma possível causa de sua morte, ela apenas morreu, sem nenhuma explicação. Gabriela tinha morrido dormindo. Os médicos saem da sala e alguns deles vão falar com os pais de Gabriela. Eles então explicam que Gabriela tinha morrido, sem nenhuma causa. Os pais de Gabriela ficaram perplexos com a notícia, só conseguiam chorar. Era muito difícil para eles acreditar que tinham perdido sua única filha. Nisso uma equipe de médicos passa correndo pelo corredor do hospital em direção ao quarto de Marcos. Era quase impossível de acreditar, mas Marcos realmente tinha acordado, ainda sem forças até para ficar com os olhos abertos por muito tempo, mas ele tinha acordado, ele não corria mais risco de vida. Marcos estava bem agora, ao contrário de sua amada.Os pais de Marcos recebem a notícia por telefone, e então ficam totalmente felizes e aliviados de saber que o seu filho estava finalmente bem de novo. Mas os médicos disseram para eles esperarem um tempo antes de irem visitá-lo por que Marcos ainda não estava preparado para receber visitas tão cedo. Passaram-se alguns dias e Marcos se encontrava em um estado melhor para receber visitas e seus pais foram vê-lo. Seu filho estava bem novamente, e seus pais só conseguiam pensar em como iriam contar à ele que Gabriela tinha morrido, eles sabiam que ele não iria suportar isso. Passam-se mais alguns dias e completa-se uma semana que Marcos tinha acordado. Ele então recebe alta do Hospital e volta pra casa. E no mesmo dia, sem se passar muito tempo, Marcos pergunta sobre Gabriela para seus pais. Seus pais se olham, sem dizer nada. E a mãe de Marcos coloca a mão sobre o ombro de seu marido, ele então chama Marcos para conversar. Marcos o acompanha até a varanda de sua casa e ele começa à dizer: “Filho, eu sei que você ama muito a Gabriela e também sei como ela é importante pra você. Eu não sei como te dizer isso, mas… filho, a Gabriela… morreu”.Naquele momento Marcos ficou totalmente paralisado, surpreso e atordoado. Ele não conseguia acreditar no que tinha acabado de ouvir, ele não queria acreditar. Marcos então, caí de joelhos e lágrimas escorrem por seu rosto, ele só conseguia pensar em uma coisa: ‘Como ele iria poder viver sem o amor da sua vida, como ele iria continuar sem a sua Gabriela, sem o seu grande amor …?’ Marcos sabia que mesmo tendo apenas dois meses de namoro com Gabriela, ele sabia que era ela a mulher de sua vida, e que sem ela ele não poderia viver, ele nem ao menos teria um motivo pra viver. Por que o seu maior bem, a sua maior prioridade, o seu amor, a sua vida, não estava junto dele mais. O pai de Marcos diz que lamenta muito, e Marcos o pedi para ficar sozinho e seu pai sai como desejado. Marcos vai para seu quarto e tranca a porta. Lá ele começa a escrever um bilhete para seus pais, um bilhete de despedida. Marcos sabia que não iria suportar a dor e a angustia de ter que viver sem Gabriela, ele não sabia outra solução para ficar junto de seu amor.Então com o bilhete terminado Marcos sai de casa, sem deixar seus pais perceberem e deixa o bilhete sobre a cama deles. Sua mãe então o chama para o almoço, mas não ouvi nenhuma resposta de seu filho. Ela então vai procurá-lo no quarto dele, mas não o encontra.Ela o chama várias vezes, mas nenhuma resposta. Então ela vai a seu quarto e de seu marido, mas Marcos também não estava lá. E antes de sair, quase fechando a porta, ela repara uma coisa sobre a cama. Um bilhete, o bilhete de Marcos. Quando vê que era de Marcos, ela se assusta e chama logo seu marido para lerem juntos. Seu marido chega ao quarto, e ela mostra o bilhete a ele e eles então começam a ler juntos.‘’Meus queridos pais, quando estiverem lendo isso, eu provavelmente já estarei morto. Me desculpem, mas sem a Gabriela, acho que seria impossível eu continuar. Vocês devem estar achando estranho e estupidez minha, eu sei. Como eu posso fazer tudo isso, tendo apenas dois meses de namoro com ela? Eu também não sei exatamente, mas o amor é assim. Eu nunca tive tanta certeza de algo antes na minha vida, quanto eu tenho de que era ela a mulher da minha vida e era com ela que eu queria passar toda a minha vida. Era com ela que eu queria ter uma vida, ter uma vida que eu poderia chamar de nossa, e agora eu vou ter. Eu espero que vocês possam me entender e que me perdoem. Mas pensem, só! Como alguém poderia viver sem a sua vida? Realmente eu espero que me desculpem, mas eu preciso dela e prometi que ficaria com ela para sempre, e essa é uma promessa que eu tenho que cumprir. Eu amo vocês!”Os pais de Marcos não sabiam o que pensar, nem o que fazer, não conseguiam acreditar que o seu filho realmente tinha se suicidado. A mãe de Marcos começa a chorar e seu marido a abraça, também com os olhos cheio de lágrimas. Se passam algumas horas e os pais de Marcos recebem a notícia que um navio de pesca tinha encontrado o corpo de seu filho no mar. Marcos provavelmente tinha pulado de um píer e se afogado no mar. Ele realmente tinha se suicidado por sua amada. No outro dia foi o enterro de Marcos. Todos estavam lá, seus pais, seus amigos, seus professores, e os pais de Gabriela. Então o enterro terminou e os pais de Marcos e os de Gabriela deixaram várias flores sobre os túmulos de seus filhos, e então foram embora. Mas Marcos tinha um último desejo, que estava escrito no final do bilhete, e que seus pais realizaram com o maior prazer, é claro. Ele queria ser enterrado ao lado do túmulo de sua amada, e que em sua lápide estivesse escrito a seguinte frase: “Juntos para toda eternidade”.
(Autor Desconhecido)


FATO'

Critique o que a massa gosta pra caminhões de insultos serem derramados sobre você. Defenda coisas que essa mesma massa não gosta que a quantidade de terra em cima de você é muito maior. Pinte o cabelo de três cores e ganhe olhares de estranheza na rua. Escreva um conto com palavrões e cenas quentes e ganhe o apoio de quem não entendeu o que você quis dizer; e a refuta dos pseudo-conservadores. Brinque de alguma coisa idiota e legal e veja quem está de fora da brincadeira dizer que aquela é a brincadeira mais idiota que ela já viu. Quem está brincando já sabe disso. E você que está aí reclamando está doida para ser mais uma idiota brincando. Enfim, é só cutucar a ferida de alguém ou tentar externar algum sentimento de maneira diferente para, de graça, receber pedras no teto. Essa é a primeira coisa que muita gente faz quando lê algo com o qual não concorda, sem dar-se o mínimo trabalho de procurar mais sobre o assunto e formar a própria opinião. Mas não, o bichinho da ignorância que mora em todos nós fala sempre mais alto, dizendo: odeie isso, xingue isso, seja mais um no mundo que só reclama, só odeia. Não estou dizendo que é proibido odiar, nem dizendo que precisamos concordar com tudo. Só que existe uma linha muito tênue entre não concordar com uma opinião e sair dizendo pra Deus e o mundo que aquilo é a pior coisa que você já foi obrigado a conhecer em toda a sua vida! Cada um tem sua maneira de se expressar e ela é única, assim como todas as opiniões que cada um tem a respeito do mundo. Não somos robôs, nem irracionais. O que manda é o bom senso. Não gostou? Beleza, direito seu. Há muitas maneiras de dizer a mesma coisa.


Bruna Werneck (Da equipe do Depois dos Quinze)

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A falta que me faz ~


... But today , any hug could make me breath again, as I wished when I waked up...

Rike B.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

AHH

Depois eu traduzo. <3

Freedom and Love

I’m here again... Lonely, stuck and completely in love. I still here, wondering someone to come and make me free. But I’m happy to be here, behind this tree, looking to the sky and seeing me flying. Her wings beating synchronously and her feathers being mixed by the wind.
            Oh! I haven’t said yet… She is the most beautiful fallen angel that I ever saw – and the most fearless one. She flies near to the taller walls, being in danger to be arrested here too. But she is very different than the angels that I sow in church’s draw. Her wings aren’t white, her hair isn’t curly blond, her cheeks aren’t naturally pink, her eyes aren’t blue and she doesn’t use a piece of fabric as clothe.
            She is shorter than me but she has the same height from some girls. Her wings are so big and make her seem to be a little dangerous-and strong. And her skin is pale white, her eyes are light gray and her wings are deep black. Her hair fall over her back on a shine black, with layers cut.
            Somehow-that I obviously don’t know- I could feel the wind that beats in her body. It’s strange, because I’m a spirit and I can’t fly, but I could feel the wind that beats on HER and the illusion that I was free. But I’m a prisoner and I just can be saved if an angel hug me and take me out of here.
            How I wonder the day that she will see me and fly inside, just to take me out, but… Can an angel touch a spirit? But even if she couldn’t, I will be pleased because she tried and it is what really matter. I won’t ask her to stay. It isn’t just because I love her that I have the right to ask her to give up her freedom.
            One day, when I went to the forest to see her, I notice that she stopped to fly and look down, and I knew that she realize what have under the place that she flies, a prison. And I make stand on end… just because she was looking at me with her light gray eyes.
            The next day, she was there again, looking at me. She makes a little smile, the pale pink lips turning into a curve. And her hair was dancing with the wind, flying behind her. She did exactly what I didn’t expect… She dive on the sky in my direction, perching near to the forest and walking to my direction.
            Somehow I knew that she wonder to save me. And I knew just that, nothing else. Because as near she got to me as bewitched I got with her half-celestial beauty. I just wake up to the world when she tried to put the hand on me, and it cross my body. She tried again, and again it happened. And I look to her eyes and I knew that she was as sad as possible.
            She wonders to save me and I wondered to be saved by her. But all I have being afraid, happened. We couldn’t touch each other, because she would cross my body and I would cross hers.
            As I have said before, I couldn’t ask her to stay. I haven’t the right to make she give up on something to stay with the other. So, something that I call “my heart” starts to get small and hurt. And I make a cry sound. She look at me, asking me to not cry. She turned back to me and takes some steps, like if it helps to make a decision. She turned me again and I knew that she would never fly, just to stay with me.
-              - You don’t have to do this You can’t give up on your freedom! I know you love to fly!
-              - But I don’t want to fly, if I haven’t a motive to come back to the place I was.

Beatriz Hirata


ACT 1, Skill Vila Formosa, Teacher Jorge